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sábado, 21 de dezembro de 2013

Parabéns, Diogo

00:33 de um dia longe do teu, 2013
Escrevo-te hoje para o dia dos teus 26, e publicarei este texto nessa data para ti especial. Ainda falta tempo, muito tempo para ser o 21º dia de Dezembro - e nunca saberás que dia é hoje, este dia em que deito os dedos às teclas e volto a pensar em ti. Hoje ainda não chove, não faz um frio medonho e ainda não congelo o nariz quando saio à rua. Ainda falta tempo, muito tempo. São 00:33 de um dia longe do teu, e o meu cérebro parou em ti.
Sei que até à tua data, nada mais te direi. O que nos separa hoje é um sempre de tempo que nunca voltará atrás. E por isso escrevo-te hoje, num dia em que o que sinto por ti ainda faz parte do que me aquece alma. Esta coisa vai desaparecendo, e sinto o fervor desvanecer devagar. Por isso escrevo hoje, enquanto ainda me provocas palpitações cerebrais, e as letras serão lidas com esta intensidade que ainda tenho por ti.

São idiotas estas coisas que sinto, sabes Diogo? Estás longe física e psicologicamente de mim. Estás ausente do que fomos nós há mais tempo do que gostaria. E mesmo assim, repito que são 00:33 de um dia longe do teu, e o meu cérebro parou em ti.
Deitei as últimas lágrimas a pensar em ti há muito tempo. Cumpri, religiosamente, o 5 estágios de dor existentes: negação, raiva, negociação, depressão, aceitação.
Por isso hoje,  escrevo para te dar os parabéns, para que possa existir um motivo para te dizer tudo isto. 
São idiotas estas coisas que sinto, Diogo. Escrevo-te hoje, à celebração de 1 ano de ti presente em mim, para te desejar daqui a muito tempo, parabéns pelos 26 anos de vida deste Diogo por quem um dia me apaixonei. Escrevi-te hoje, Diogo, porque hoje tenho medo que te esqueças de mim.



00:33 de 21 de Dezembro, 2013

Fazem hoje 365 dias que acordei ao teu lado numa manhã de sol em Lisboa a meio de um Inverno rigoroso. Era o teu aniversário. 25 anos, 1/4 de século por ti vivido. Há esta quantidade de tempo, 365 dias, ainda gostava de ti, ainda me aquecias a alma com saudades. Dissemos bom dia e parabéns. Lembro-me de termos almoçado fora, bebido imperiais ao por do sol, de termos saído à noite como era hábito. Lembro-me de 24 horas depois, ter acordado de novo a teu lado, dissemos bom dia sem parabéns, beijei-te mais uma vez como se fosse a última vez, como fazia sempre. Foi o último beijo que em 2012 te dei.
Estupidez, Diogo. Não sei porque nos recordo disto agora. Mas lembrei-me dos tempos em que sorri ao teu lado. Hoje, longe física e psicologicamente, dou-te um beijo de parabéns recuperado desta coisa que nutri por ti. Parabéns, Diogo.

Beijo,
Mafalda

sábado, 1 de setembro de 2012

23:24

A sair do high security building em que me encontro a trabalhar, que implica ter um cartãozinho para passar por qualquer porta, um dos restantes formandos, dos poucos que notei que alinhavam em maluquices e que se ri tanto ou mais que eu da burrice alheia, diz-me:
C.: Conheço um sítio muito porreiro para irmos beber umas imperiais de festejo com este calor...
M.: Conta lá.
C.: 85 cêntimos, duas imperiais. Parece-te bem?
M. (em pensamento: Mas como é que eu não sabia disto...? Descobri a mina!): Bora, é longe?!


Assim foi. Num tasco algures no Campo Pequeno juntam-se dezenas (sem exagero algum) de pessoas para beber imperiais no fim do período laboral. É como um Adamastor, mas sem vista para o Tejo e com senhores e senhoras muito bem vestidos, com camisas, fatos, gravatas, saltos altos... Toda a classe da títulocracia absurda em que vivemos.
Na realidade, julgo que aquele tasquinho seja daqui a duas semanas, ainda mais caótico. Com as aulas a começar, e perto de ene universidades, a malta deve andar animada e eu... Ficarei para ver. 
De facto, uma pérola autêntica descoberta nesta cidade. Cheguei ás 18:00, saí de lá às 23:00, em risota pegada com a restante malta. 
Conclusão? MAGNIFIQUE!

X.o.x.o,
Dorothy

domingo, 5 de agosto de 2012

Um fim-de-semana...

Daqueles.

Um jantar inesquecível, com pessoas brutais, com risos e galhofa, com tudo e mais alguma coisa. Sem dúvida uma marca para mim, enquanto pessoa, enquanto amiga, enquanto sabedora, e enquanto bem disposta que sou. Um grupo de pessoas inexplicáveis, sem dúvida. Mais tarde passo, mais tarde conto.

Uniões

E um sábado cansativo, com 3 horas de sono em cima, uma ressaca considerável e uma tarde de trabalho exaustivo pela frente. Mas compensa, visto que por isto, eu e a Liliana ontem jantámos fora, fomos ao cinema, conversámos, comemos gelados e ainda não tínhamos batido com a cabeça na almofada, e já íamos a dormir.

Positivismo.
Por isso hoje estou cansada, e vou trabalhar mais um bocadinho não tarda muito. Mente positiva, vou acabar a noite a beber caipirinhas e caipiroscas ali num lounge brutal, com a querida irmã, e com o R. que hoje vem roubar o seu tempo de colchão.


Beijarolas e sorrisos,
Morena

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Dar a mão

Foi para isso que vim ao mundo. Para dar a mão aos meus, para apoiar quem precisa, para limpar lágrimas e dar amor. Amizade é uma forma de amor tão incondicional como qualquer outra. É um amor brutal e verdadeiro, muitas vezes muito mais inquebrável do que o amor gerado pela paixão incessante. Não tem preço, exclui o valor, e valida a existência de qualquer humano que a tenha. Vale a pena, vale muito a pena.


Estou aqui para dar a mão, para não deixar cair, para amparar quedas, ouvir desabafos, dar conselhos, registar momentos - grandes momentos.
Eu vim cá abaixo para vos dar a mão, por mais força que precisem para aqui ficar, eu vim cá abaixo para vos dar a mão.
Beijinhos,
She versus Say