É... Amor. Tenho pensado no assunto ultimamente, mais por obrigação. Eu cá, continuo na minha, de estado civil 'solteira'. Mas, há quem ande com problemas, e por isso abro o consultório sentimental e tento ajudar. Mas, falar é sempre mais fácil que fazer, e também existe como aqui, sempre um mas. Tontices à parte, é difícil corresponder às necessidades desta malta; eu, como solteira há tanto tempo que estou, há alturas em que pela minha lógica nada daquilo faz sentido, e creio sinceramente que ou sou eu que louca, ou são eles que têm os complicómetros ligados ao máximo. Depois, ponho-me a pensar na altura em que era o meu estômago que tinha as famosas borboletas, quando era eu que sentia os calafrios e as pernas a tremer. De facto, amar é difícil.
Eu fiz uma opção - manter-me assim, solteira por uns tempos; não implicando obrigatoriamente que estivesse sozinha. Saída de uma relação de dois anos e mais uns trocos, queria lá saber de amor, queria lá saber de amar, queria lá saber de compromissos, ciúmes e justificações. Hoje, passado tanto como este tempo, admito que sim, que amar faz falta.
Por isso, com que cara olho para eles e digo: Sê como eu, e tira uma pausa de amar, por amor a ti. A mim fez-me bem; não desdenho quem mantém relações, ora claro que não! Há alturas em que chego a invejar. Depois, vejo cenas de ciúmes e controlos, e só penso que de facto, estou muito bem assim. É tudo tão relativo...
Por isso, sobre amor pouco falo mas muito penso. Hoje que caí da cama e já tratei de mil assuntos, tinha que me dar a queda para o assunto.
Um bem haja a todos!
Beijinhos,
She versus Say